segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Desculpa

Desculpa, se te amo demais.
Desculpa, se quero ficar ao seu lado quando você quer ficar só.
Desculpa, se te sufoco com a minha insistência em ficar perto.
Desculpa, se você quase morre asfixiado de tantos beijos.
Desculpa, se te ligo de madrugada, só porque eu queria ouvir sua voz.
Desculpa, se minhas mensagens são melosas demais.
Desculpa, se meus textos parecem patéticos.
Desculpa, se te desejo toda noite.
Desculpa, se te quero toda manhã.
Desculpa, se pareço um saco sem fundo por você!
Desculpa se as vezes exagero.
Desculpa...
Desculpas são exatamente o que eu uso, todas as em que não assumo de imediato a minha vontade incontrolável de estar ao seu lado. A minha saudade insaciável de você. A minha mania boba de conversar como um bebê quando te peço carinho. O meu costume de passar a mão no seu cabelo enquanto você dirige...
Mas, francamente. Você realmente acha que eu tenho culpa de você causar em mim todas essas sensações varietais de desejos?
Quer saber? Não me desculpo! A culpa é sua! Você é o culpado de ser assim: Assim tão singular. Assim tão especial pra mim. Eu poderia criar um novo Aurélio só com adjetivos para te definir. Desculpa, mas isso não será possível. Prefiro viver a cada dia e descobrir você e poder defini-lo em secreto.

Um comentário:

Joao disse...

Nao precisa pedir desculpas eu e que tenho que lhe pedir!!!